Desde que eu escrevi sobre a Lei da Atração algum tempo atrás aqui no blog, eu tenho recebido emails de pessoas interessadas no assunto. A maioria me escreve em tom de curiosidade, interesse ou mesmo para partilhar experiências - e não em tom de ceticismo.

Por conta deste interesse, quase que diariamente eu penso em escrever sobre as minhas experiências e aprendizado com a Lei da Atração aqui no blog, porque eu tenho acumulado muita informação e uma grande quantidade de histórias para contar, coisas que acontecem no meu dia-a-dia, maiores e menores, mas todas somente reforçando esta coisa meio “maluca” que se incorporou ao meu sistema de crenças (não religiosas, vale sempre lembrar, pois a Lei da Atração não tem nada a ver com isso) de uns 5-6 meses para cá.

O objetivo deste post é contar uma história, mas antes quero explicar uma coisa: eu fico um pouco resistente a escrever sobre este assunto por dois motivos: primeiro, porque a quantidade de conteúdo que tenho sobre isso é já tão grande que eu fico meio perdida, sem saber por onde começar. Segundo, porque muito embora eu adore este assunto e tenha muita vontade de disponibilizar as informações que venho acumulando, como este é um assunto que naturalmente inspira polêmica, polaridade de opiniões, sei que haverá uma parcela de pessoas me dizendo “me mostre provas”, ou, pior, achando que o fato de eu disponibilizar informações significa que eu estou tentando convencer as pessoas de algo - e eu não estou interessada nem em uma coisa nem na outra. Por outro lado, eu sei que há muitas pessoas buscando estas informções, não somente pelo feedback que rebebo por email, mas pela quantidade de gente que chega aqui no blog procurando por isso.

Eu resolvi, então, escrever este post em resposta a estes emails que tenho recebido me pedindo exemplos e informações. Mas, já prevendo um determinado tipo de reação dos céticos, eu vou deixar claro de início que cada um acredita no que quer e eu não estou empenhada em convencer ninguém de nada, combinado? As informações e experiências que entram a partir de hoje na categoria “Lei da Atração” estão à disposição de quem tiver interesse no assunto - eu não sou nenhum tipo de expert (também estou aprendendo), não tenho todas as respostas, mas tenho coisas interessantes para dividir com aqueles que buscam este tipo de informação. Hoje, eu acredito na Lei da Atração porque a minha experiência pessoal com isso é tão intensa, precisa e consistente, que de um determinado ponto pra frente, ficou difícil NÃO acreditar, apesar da minha natureza cética. Mas, sim, eu também já fui cética um dia e, portanto, tendo já vivido as duas perspectivas, compreendo perfeitamente os dois enfoques.

Então, das informações e histórias que você encontrar por aqui, você tira suas próprias conclusões. Se forem úteis para você, se fizerem sentido para você, ótimo. Se não, há várias outras categorias no blog para você explorar. ;-)

A propósito, quem está boiando por nunca ter nem sequer ouvido falar na Lei da Atração (acho difícil que alguém que não saiba nada sobre isso tenha lido até aqui, mas vamos lá…), dê uma lidinha neste artigo (em inglês) - se eu for explicar aqui do que se trata, este post que já está enorme e vai ficar ainda maior vai virar um livro. Aos poucos eu vou acrescentando informações, em posts futuros, com este propósito.

Dito (tudo) isso, para responder a pergunta que muitas pessoas me fazem por email, aí vai - finalmente (! ufa !) - um exemplo prático que aconteceu comigo recentemente:

Pra quem não sabe, o filme “The Secret” é um documentário sobre a Lei da Atração que vem fazendo muito sucesso desde que foi lançado em março do ano passado. Depois de assistir em streaming pela primeira vez (em Outubro do ano passado, se não me falha a memória), eu resolvi comprar o DVD. Pouquíssimo tempo depois de eu comprar o DVD online, foi lançada uma versão extendida e eu pensei comigo “Que pena, se eu tivesse esperado mais um pouquinho poderia, pelo mesmo preço, ter comprado esta outra versão”. Aí, para colocar em prática os princípios da Lei da Atração, eu “coloquei uma intenção” (eu não gosto deste termo, mas é o termo comumente usado) para conseguir esta outra versão sem ter que comprá-la. Eu não falei sobre isso com ninguém, ou seja, ninguém sabia que eu queria este DVD.

Passaram-se alguns meses e um belo dia (aproximadamente 2 semanas atrás) eu resolvi comprar o “The Secret - Extended Version” para dar de presente para uma outra pessoa. Na ocasião até pensei em aproveitar e comprar uma pra mim também, mas resolvi não fazer isso, porque eu tinha certeza que de alguma forma este DVD chegaria até mim sem eu precisar comprá-lo. Então completei o pedido de UM DVD e mandei entregar na casa desta outra pessoa - que mora nos Estados Unidos. Paguei usando PayPal e recebi a confirmação do pedido por email. Mas, ao finalizar o pedido, eu notei que não havia nenhum campo para incluir os dados do remetente ou um cartão. Pensei comigo: “E agora? A pessoa vai receber isso em casa e não vai entender nada, não vai saber quem mandou.”. Então, mais do que depressa, poucos minutos após fechar o pedido, abri um ticket na área de suporte deles perguntando se havia alguma forma de incluir esta identificação e/ou um cartão e pedindo que o envio fosse segurado até que isso fosse esclarecido. Umas duas horas depois, uma pessoa da área de suporte deles me respondeu dizendo que era só eu enviar o texto do cartão e os dados de identificação que eu gostaria que constassem, que isso seria incluído no pacote. Eu enviei os dados e autorizei o envio menos de 24 horas contadas do horário do fechamento original do pedido. No dia seguinte recebi um email avisando que o pedido havia sido enviado.

Passaram-se duas semanas. Aí a pessoa para quem eu havia mandado o DVD me ligou dizendo que havia recebido o filme, agradeceu, mas comentou: “Aconteceu algo estranho. Uma semana atrás eu recebi este mesmo DVD, mas sem nenhuma informação de remetente. Não entendi nada, mas deixei o DVD aqui. Continuo sem entender, você me mandou dois?” Eu entendi menos ainda. Como eu paguei com PayPal e o débito é feito na hora, eu sabia que só havia pago por um DVD, mas em todo caso fui verificar. De fato só havia um único débito no valor de um pedido. Eu até hoje não sei o que aconteceu - eu paguei por um DVD somente e recebi apenas uma confirmação de envio. Não sei se eles fizeram confusão e enviaram um DVD antes do meu contato com o suporte deles e outro depois (pouco provável, porque meu contato com eles foi imediato, mas é possível) ou se a pessoa para quem eu enviei o filme recebeu coincidentemente uma outra cópia de uma outra pessoa (também pouco provável, ele perguntou para as pessoas mais próximas se alguém havia enviado e não foi o caso, mas ainda assim é possível), mas fato é que ele estava lá com um “The Secret - Extended Version” sobrando, sem saber o que fazer com ele. Pra encurtar a história, esta pessoa está me enviando o DVD, pelo qual eu não paguei, que não sabemos de onde veio nem por que.

Mas a história não acabou. Hoje à tarde estava eu sentada aqui no computador e minha faxineira chega com um pacote na mão que o carteiro havia acabado de entregar. Como era daqueles envelopes com plástico bolha na parte interna, eu senti pelo tato que era um DVD. Assumindo que era o DVD que eu já estava esperando receber, nem prestei atenção no que estava escrito no envelope. Até estranhei um pouco ter chegado tão rapidamente, mas nem me passou pela cabeça olhar o remetente. Simplesmente abri o envelope e lá estava o “The Secret - Extended Version”. Normal, não? Bem, seria normal, se ao procurar dentro do envelope por uma carta, uma nota, um bilhete, eu tivesse encontrado algo. Mas não havia nada, somente o filme. Achei estranho, pois pela natureza do meu relacionamento com a pessoa em questão era improvável que esta pessoa não tivesse incluído ao menos um bilhete. Então fui olhar o envelope. E aí a surpresa: o pacote veio dos Estados Unidos, mas o remetente era a própria empresa que produziu e distribui o filme. Não era a pessoa que tinha ficado de me enviar o DVD. Não havia nenhum outro tipo de identificação, como se alguém tivesse me mandado de presente. Veio como se eu tivesse comprado. Este DVD simplesmente apareceu na minha porta do nada, eu já verifiquei meu PayPal, meu cartão de crédito, não há nada acusando pagamento deste DVD. Eu não sei de onde surgiu este filme!!! Mas ele está aqui. Estou olhando pra ele. (, é você me sacaneando? hehehe)

Moral da história: com o outro DVD que deve estar chegando nos próximos dias, enviado por aquela outra pessoa, eu vou ficar aqui não com uma, mas duas cópias da nova versão que eu tanto queria e que eu tinha CERTEZA que chegaria até mim de alguma forma. Como, embora eu não tenha comprado uma cópia para mim, de fato paguei por um DVD para outra pessoa, ainda que pelo preço de um tenham “aparecido” dois (o que por si só já seria interessante), toricamente eu poderia considerar que ficaram elas por elas. Mas com este segundo DVD que apareceu do nada, pelo menos um deles saiu totalmente de graça. E, no total, foram 3 DVDs pelo preço de um.

Esta história é apenas um exemplo do tipo de coisa que tem acontecido comigo nos últimos meses. Como eu disse no início, eu não tenho nenhuma pretensão de convencer ninguém, eu só contei a história para responder publicamente os emails que recebi de pessoas pedindo para que eu citasse exemplos. Acredita quem quer, quem não quer fique à vontade. EU vou assistir meu The Secret - Extended Version” feliz e contente. ;-)

Fui!