March 2007


Outro dia eu estava assistindo o Shoptime e várias coisas começaram a passar pela minha cabeça – vou falar delas neste post e finalizar com uma pergunta, uma pequena enquete. Paciência comigo, eu juro que chego lá. ;-)

Primeiramente, eu me peguei assistindo o Shoptime por mais tempo do que “deveria” (na verdade, mais tempo do que gostaria ou pretendia assistir). Eu não assisto muita televisão. Existem alguns programas específicos que eu gosto de assistir, mas não é um hábito diário ou regular. No entanto, se eu passo pelo Shoptime e estão falando sobre algum produto interssante e eu páro pra ver, quando vejo estou lá assistindo aquilo há um tempão. Este canal tem um efeito meio hipnotizante. Conversando hoje com a Paula, ela estava me dizendo que meu primo (marido dela) também faz isso. Outras pessoas com quem já conversei sobre isso, em outras épocas, também comentaram comigo que ficam meio “hipnotizadas” assistindo o Shoptime, sem nem perceber que estão ali às vezes há meia hora, uma hora, se não mais… Gente, é um canal que vende produtos… É só isso! Eu até compreendo que este efeito hipnótico aconteça com uma pessoa com um perfil mais consumista, mas eu não tenho este perfil. E, pra ajudar, eu tenho formação em propaganda e marketing, portanto entendo muito bem como estas coisas funcionam, entendo como funciona com outras pessoas. Mas por saber como isso funciona e não ter um perfil consumista, não entendo por que acontece comigo…

Mas enfim, sobre a parte que eu entendo: você fica ali vendo um monte de produtos. O Shoptime vende produtos de qualidade, – ou pelo menos é esta a percepção que eu tenho e a experiência que tive com os produtos que já comprei lá. Existem muitos produtos interessantes, alguns que você nem conhece. Aí, você começa a prestar atenção na descrição daquela máquina digital, daquele grill, daquele mixer (jurando que está só prestando atenção na receita e, quando fica pronta, ainda por cima fica com fome!), daquele kit de beleza, daquele conjunto de cama, daquela pipoqueira, daquele secador… Você nem estava pensando em comprar nada daquilo, mas de repente, sente vontade de comprar. Marketing do básico. Eu não vou entrar no debate sobre “criação de necessidades” porque já passei desta fase há muito tempo! ;-)

Mas vou dar um exemplo da minha experiência mais recente: eu preciso comprar roupa de cama e eu quero comprar uma câmera digital nova (uma necessidade e um desejo). Parei no canal para ver as roupas de cama. Em seguida, calhou de começar o programa de informática, então eu vi sobre câmeras digitais. Mas neste meio tempo, como cada programa mostra vários produtos, eu “fui obrigada” a ver também travesseiros, toalhas, edredons, colchas, multi-funcionais e monitores, entre diversas outras coisas. Já pensei: “Meus travesseiros estão velhos, eu bem que podia comprar uns travesseiros novos. Se eu comprar o kit de cama com colchas/edredons, vale mais a pena. Meus edredons estão velhos e nem são para cama queen size… Eu não estava com a intenção de comprar uma multi-funcional, mas gostaria de ter uma e, olha só, eles estão vendendo um pacote de multi-funcional com câmera digital e carregador de bateria por um preço excelente.”

Pronto! Da minha REAL necessidade inicial (roupa de cama simples), e da minha vontade e disponibilidade a comprar uma câmera digital, eu já estava querendo comprar um jogo de cama de percal 180 fios (!) ao invés de um de 120 fios (!!), pensando em comprar travesseiros, edredons, colchas, uma multi-funcional e, como vem no kit, um carregador de bateria novo (que eu não preciso, mas faz parte do pacote). Some tudo. Imaginou? Tudo em 12 parcelas sem juros entregues na sua casa em 2 dias úteis para as áreas metropolitanas. ;-) “Compre, compre, compre!!!” (me desculpem os fãs, mas o programa do Ciro Botini é justo o que me tira da “hipnose”… Nada contra ele pessoalmente, nada mesmo, até tenho simpatia pela figura, mas o tal “Compre, compre, compre!” com aquela câmera chacoalhando toda hora é muito mala pro meu gosto! Tem quem goste, evidentemente. Diz a Paula que é o programa preferido do meu primo…)

Muito bem, juntando outros produtos pelos quais você começa a se interessar, as pessoas levantam do sofá com aquela sensação de frustração, pensando que não vai dar pra comprar tudo o que querem – e nem sabiam que queriam uma hora atrás. Os marketeiros adoram esta sensação de frustração, pois ela é o combustível do seu impulso de compra. Ela é o potencial aguardando a possibilidade. E as possibilidades vêm em forma de promoções, de parcelamentos, de 13o, etc.

Felizmente, talvez por conhecer esta dinâmica na teoria e na prática e por não ser uma pessoa consumista, muito embora eu de fato fique hipnotizada enquanto assisto, eu levanto do sofá numa boa e toco minha vida normalmente. Compro só o que realmente preciso e não fico me sentindo frustrada pensando nos outros produtos que gostaria de comprar.

Mas pensando nisso, me questionei como é que uma pessoa com uma determinada quantia de dinheiro disponível escolheria, entre estes produtos pelos quais se interessou, quais iria comprar? (considerando um cenário em que esta pessoa não tivesse dinheiro para comprar todos). Qual o critério utilizado por cada um? A grande maioria das pessoas têm lá suas limitações financeiras, algumas mais, outras menos, mas a menos que você seja o Bill Gates ou o Donald Trump, existe um limite sobre o quanto você pode gastar por mês. Este limite pode ser zero, pode ser 500 reais, pode ser 2 mil reais, 10 mil, 50 mil, mas ele existe. Todos nós precisamos pagar por determinadas coisas e queremos ou optamos por comprar ou investir em outras. Como é que as pessoas definem quanto vão gastar e em que? Qual é o critério que as pessoas usam? Qual o raciocínio que cada um faz quando quer ou precisa comprar ou fazer algo, ou quando quer/precisa comprar algo e não tem todo o dinheiro, ou quando quer investir em algo? Eu sei como é o meu raciocínio e o de algumas pessoas próximas, mas isso é algo tão pessoal que existem potencialmente milhões de formas de tomar estas decisões. E eu cheguei à conclusão de que há vários fatores envolvidos:

  1. A relação que a pessoa tem com dinheiro. Isso vai desde comportamentos aprendidos em casa (infância e adolescência) e através de experiências pessoais (fase adulta) até a percepção do que o dinheiro representa para a pessoa e como ele deve ser usado. Inclui opções de investimento, relação com riscos e benefícios, etc.
  2. Valores pessoais. Se mistura um pouco com o primeiro critério acima, mas é algo mais amplo. Representa o que cada pessoa acha que deve ser feito com dinheiro, pra que ele serve, qual o melhor e mais correto uso pra ele – incluindo questões morais, éticas, culturais, percepções pessoais, etc.
  3. Interesses e necessidades individuais e familiares (quando aplicável) – em outras palavras, depois de pagar o que precisa ser pago, com o dinheiro que sobra cada pessoa vai comprar aquilo que está de acordo com seus interesses pessoais e os interesses de seus familiares/dependentes e até mesmo amigos no caso de presentes. (Ou então guardar o dinheiro, mas isso se encaixa no critério de relação com o dinheiro).
  4. Fase de vida. O que um adolescente compra é difrente do que um pai de família compra. Não só isso, mas mesmo dentro de uma mesma faixa-etária, existem momentos diferentes: crises financeiras, férias, necessidade de fazer um curso, etc.

Existem outros fatores, mas não vou entrar em detalhes neste post pois este não é o foco.

E aí, como é bem o tipo de coisa que eu costumo elocubrar, fiquei pensando: seria interessante ouvir das pessoas o que elas fariam com uma determinada quantia de dinheiro e por que. Vendo os produtos no Shoptime, eu pensei comigo: jamais gastaria dinheiro nisso. No entanto, existem pessoas que gastam. Por que? Por causa das variáveis que mencionei acima. Imaginem o seguinte cenário: você tem 500 reais sobrando. O que você faz com eles? Guarda? Compra alguma coisa? O que? Gasta aonde e pra fazer o que? E por que?

Com 500 reais hoje eu compraria 2 conjuntos de cama, que são minha necessidade imediata (necessidade individual), escolhendo bons conjuntos de cama (valores e fase de vida). Iria comer em um bom restaurante, pois faz tempo que não saio para comer bem (fase de vida e relação com dinheiro). Se sobrasse dinheiro, guardaria (valores e relação com dinheiro). Uma outra pessoa, com exatamente a mesma quantia, faria coisas completamente diferentes. Eu fiz esta pergunta para a Paula hoje à tarde e tive uma resposta completamente diferente da minha.

Agora, vamos ampliar o cenário. Você tem mil reais para gastar. O que você faz com eles? E com 5 mil? E com 10 mil? E com 50 mil? E com 100 mil? Quanto maior a quantia, mais complexas as variáveis se tornam.

Então, a enquete é a seguinte: o que você faria com as quantias abaixo e por que?

- 500 reais
- 1.000 reais
- 5 mil reais
- 10 mil reais
- 50 mil reais

E se o cenário fosse que você tivesse necessariamente que gastar este dinheiro, excluindo pagamento de contas/dívidas e investimentos? Aguardo curiosa. :-)

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Será exibido hoje no “The Oprah Winfrey Show”, no GNT, o programa sobre o filme The Secret (O Segredo). O programa foi originalmente exibido no dia 8 de Fevereiro nos Estados Unidos e dada a grande repercussão, teve um follow-up no dia 16 de Fevereiro. O que passa hoje é o primeiro. O segundo, entitulado aqui no Brasil de “As reações a O Segredo”, é transmitido na quinta-feira dia 15 (consulte o site do GNT para maiores informações).

Faço uma grande ressalva, no entanto: eu já vi os dois programas. E já assisti o filme várias vezes. O filme em si, muito embora seja uma boa forma de ter um primeiro contato com os conceitos da Lei da Atração, é apenas a ponta do iceberg. É preciso entender isso. Eu adoro o filme, o que ele representa, o impacto que tem nas pessoas, as transformações positivas que encoraja as pessoas a fazerem, mas o fato é que ele é só a ponta do iceberg. Com 90 minutos apenas, faz uma introdução à teoria, pincelando o básico do básico, deixando de lado uma série informações importantes (e cruciais). Uma pessoa que assiste o filme e não faz nenhum tipo de pesquisa complementar mais aprofundada, fica 1) com pelo menos algumas dúvidas, 2) com informação insuficiente e 3) com a impressão que “pensar positivo” vai ser suficiente para resolver todos os seus problemas. E, digamos, muito embora adotar uma perspectiva positiva seja parte do processo, é muito mais do que isso… ou não é exatamente isso – sem entrar em detalhes. Mas o filme (que não deixa de ser comercial, vale lembrar – será lançada a seqüência ainda este ano, se não estou enganada), tem seus grandes méritos – se não tivesse eu nem estaria falando sobre ele, eu adoro o filme – mas tem lá também suas limitações (talvez até propositais) e, na minha opinião, peca um pouco ao não incluir um ou outro conceito ou explicações complementares que amarrariam todos as pontas soltas, ainda que fossem abordados com superficialidade. Pelo que tenho visto e lido por aí, em textos, entrevistas, tele-conferências, vídeos, etc, todos eles (os “professores” do filme) acabam sendo obrigados a esclarecer justamente estes pontos complementares, tanto junto a céticos quanto junto a “iniciantes” curiosos. Acredito que a seqüência do filme deverá trazer estas informações mais aprofundadas.

Como o sucesso do filme – e do livro – foi explosivo no mundo todo, os “professores” já foram entrevistados em vários programas, tais como Ellen, The Larry King Show (mais de uma vez) e The Oprah Winfrey Show, só para citar alguns. O tempo nestes programas é limitado e as perguntas são muitas. Parte deste tempo sempre precisa ser utilizado para fazer uma introdução, ainda que breve, sobre o filme e sobre a Lei da Atração. O tempo que sobra é normalmente utilizado para perguntas e respostas, seja do entrevistador, da platéia, perguntas recebidas por email ou por telefone. Mas o tempo para as respostas também é muito limitado. A entrevista na Ellen, por exemplo, é o cúmulo da economia de segundos. Resultado: ainda assim, nestas tentativas de se acrescentar informações, o tema não chega nem perto de ser suficientemente explorado. Para ajudar, como são muitas pessoas envolvidas no filme, cada uma delas tem uma perspectiva levemente diferente sobre determinados assuntos. Todas partilham da crença na Lei da Atração, isso é ponto pacífico e território comum, mas como esta crença não está associada a nenhuma religião específica, e ao sistema de crenças religiosas de cada um é diferente, quando questionados sobre algo específico, cada um deles tende a responder dentro da sua perspectiva. Existe a ótica lógica e científica e existe a ótica mais mística – que não é a que eu “compro”, mas que para pessoas mais religiosas faz sentido e, portanto, isso às vezes é mencionado.

Então, como ressalva, assista este programa tendo em mente que 1) o filme em si já é razoavelmente superficial em termos de conteúdo, 2) as entrevistas são muito pouco abrangentes e 3) existem perspectivas levemente divergentes sendo apresentadas. Não esquecendo que, especificamente o programa da Oprah, tem todo aquele enfoque meio emocional, que dá um certo tom meio “sensacionalista” por falta de uma palavra mais adequada, que eu particularmente acho desnecssário, mas, feliz ou infelizmente, é um formato que funciona.

Dito isso, vale a pena assistir o programa, preferencialmente se você já assistiu o filme, mas se não assistiu também não tem problema.

Hoje, segunda-feira, 12/03, às 20:00hs, com reprises amanhã, terça-feira, às 7:30hs e 16:00hs. Follow-up (segundo programa) na quinta-feira nos mesmos horários.

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Acabo de saber: o Clay Aiken esteve no Brasil! Esteve, particípio passado do verbo “não está mais”… :x Ninguém sabia que ele vinha. Ninguém sabe onde ele esteve. Nem exatamente quando veio. Aliás, só se sabe que ele veio, porque ele próprio resolveu contar no blog do fã-clube oficial. Fãs em total frustração. Sim, esta que vos fala inclusive.

Sei que a base de fãs aqui no Brasil não é grande, mas divido com quem é fã e ainda não viu, o texto postado no blog por ele (trecho em que ele fala sobre o Brasil):

Clai AikenI went on a week long trip out of the country to a much warmer area in hopes of drying it all up and out of me. That worked well, but not until after I flew with a congested nose and my ears seemingly exploded.

Brazil was interesting to say the very least. I made a concerted effort to go AFTER Carnival to avoid all of the… whatever it is that is done during Carnival. But I didn’t seem to go late enough to miss the SWELTERING weather. 98 degrees with what felt like 98% humidity! Although it gets pretty hot here in Raleigh during the summer, all that sun and heat ain’t the best friend of a pasty white boy. I escaped without getting sun-burned though! Hallelujah! And I found a new drink to add to my list of favorites! Guarana (Gwa-rah-NAH). Wow. What have you Brazilians been hiding from us? EXCELLENT!!

Se alguém tiver mais informações, por favor poste nos comentários. ;-)

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Eu não sei de onde veio isso, mas hoje eu descobri que meu post sobre os Moo Minicards apareceu na home page do Moo! O estranho é que o post é, obviamente, em português. Eu achei que era randômico (existe esta palavra “randômico” ou o certo é “aleatório”?), então dei alguns reloads e continuava lá. Mas, por via das dúvidas, eu tirei um screenshot da tela toda. Algumas horas depois saiu, agora não está mais lá. Mas, ficou um tempinho, né? ;-) Não sei, eu acho que dei sorte, que foi coincidência eu conseguir ver o post várias vezes, é muito pouco provável que isso não seja randômico (pelo que pude notar, eles puxam isso do Technorati). Mas, enfim, de qualquer forma foi bacana ver o post lá. Screenshot abaixo pra quem quiser ver (clique para ir para a foto no Flickr e ampliar). E, dica pra quem quiser aparecer na home do Moo, escreva sobre os minicards. ;-)

(ps.: como sei que vão me perguntar, para tirar screenshots da tela inteira – e não só a parte visível “antes da dobra” – como a imagem abaixo, eu uso uma extensão para o Firefox chamada Screengrab.)

My blog on Moo!!! :-)

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Depois dos meus 2 posts iniciais sobre a Lei da Atração, muita gente tem me perguntado por email e pelo Orkut sobre como fazer para assistir o filme The Secret – seja para baixar para o computador ou para ver em algum site. Então resolvi escrever este post para responder a todos de uma só vez.

Já de cara, quero dizer que por questões éticas eu não vou dar nenhuma dica sobre como baixar o filme ilegalmente. Aliás, quem faz isso na boa, provavelmente nem precisa da ajuda de ninguém. Eu sinceramente nem procurei, nem sei se tem, nem sequer sei baixar e juntar legendas, pois sou contra pirataria, então minha opção de cara foi comprar o DVD, como aliás eu sempre faço quando quero ter um filme. Como qualquer outro, este filme é também protegido por direitos autorais e, portanto, a melhor sugestão que eu posso fazer às pessoas é, de fato: compre o DVD. No site oficial, existe uma opção de assistir em streaming e custa US$ 4,95. Eu já assisti em streaming (inclusive foi assim que vi o filme pela primeira vez) e recomendo esta opção para quem não quer gastar US$29,95 para comprar direto o DVD sem saber se vai gostar. A qualidade do streaming é excelente (bem superior à que eu esperava que fosse), em tela cheia, widescreen e em uma conexão de banda larga (a minha é de 1Mb) o streaming se dá sem interrupções – a não ser, obviamente, que você clique em pause. ;-) Nesta opção não há legendas. Se você comprar o DVD, há a opção de colocar legendas em inglês, mas não em português – não sei se serão lançadas versões com legendas em outros idiomas futuramente, mas a que é vendida hoje no site traz só a opção do inglês. Para quem entende o idioma razoavelmente, dá para acompanhar o filme desta forma. Mas, quem não fala nada ou muito pouco, terá dificuldades em entender.

Com isso em mente, eu fico um pouco frustrada pensando que as pessoas que não entendem inglês ficam praticamente sem opção se quiserem ver o filme. Como eu sou completamente contra a pirataria, tenho um dilema ético/moral com relação a apontar soluções que não sejam comprar o DVD ou assistir em streaming no site oficial. Como a própria produtora/distribuidora do filme não oferece uma versão com legendas em português (situação na qual eu simplesmente diria “compre o DVD” e ponto final), se eu publicar aqui como encontrar o filme com legendas, não vou estar anulando a venda de um DVD, porque estas pessoas que não falam inglês simplesmente não vão comprá-lo. Por outro lado, fazer este tipo de divulgação implica em direcionar as pessoas para versões piratas do filme, o que por si só já vai contra os meus princípios, mas também pode incentivar mesmo aqueles que falam inglês a não comprarem o DVD, pois passam a ter uma alternativa mais “fácil”. Oh, dúvida cruel…

Então, depois de muito pensar, eu resolvi o seguinte: eu sei de maneiras de conseguir o filme com legendas em português, mas me desculpem os litores ávidos por esta informação, mas eu não me sinto confortável em divulgar (inclusive, por favor não me mandem emails pedindo esta informação). EU, por questões éticas, comprei o filme. Mais de um, inclusive. Eu entendo que quem não fala inglês fica de mãos atadas e isso é pra lá de frustrante, mesmo pra mim, pois eu acho que todo mundo deveria assistir este filme. No entanto, EU não serei a pessoa a divulgar publicamente como conseguir uma versão pirata do filme – com ou sem legendas em português. Até porque, pra ser sincera, eu já vi esta versão e a qualidade dela é sofrível em termos de imagem e a legenda contém uma série de erros de tradução.

O que eu posso fazer é apontá-los para duas opções que estão no ar, a primeira delas sendo um vídeo autorizado pela própria produtora/distribuidora, a The Secret LLC, (portanto não infringe direitos autorais) e a segunda uma série de vídeos sobre os quais não tenho informações precisas, mas considerando que já estão no ar há um tempinho e continuam no ar até a presente data (enquanto outros foram rapidamente removidos de diferentes sites), possivelmente a empresa não esteja se opondo a eles – pelo menos não por enquanto. (Faço, porém, uma observação: caso no futuro o filme seja lançado com legendas em português, eu vou retirar do ar as informações abaixo.)

Antes de passar as duas opções acima citadas, um histórico: um tempo atrás alguém colocou o filme completo no Google Video, mas rapidamente ele foi retirado do ar, obviamente, por violação de direitos autorais. Acredito que o filme tenha ficado por alguns dias em outros sites, mas até onde me consta, todos foram removidos, de forma que ainda que seja possível encontrar algum, é só questão de tempo até que saia do ar – possivelmente incluindo o link que vou passar abaixo – continue lendo para entender.

Então quais são as opções?

Opção 1 – Versão parcial (autorizada) no Google Video:

Hoje existe esta versão autorizada pela The Secret LLC no Google Video que exibe os primeiros 20 minutos do filme. Eu sei, eu sei, não é o filme todo, mas já é suficiente para você avaliar se quer ou não comprar o DVD com base no conteúdo a que terá acesso e na sua dificuldade/facilidade de entender o que é dito. O link para este vídeo é este aqui e a qualidade é razoavelmente boa, considerando que é um vídeo em streaming hospedado no Google Video. Se depois dos primeiros 20 minutos você gostar e ficar doido pra terminar de assistir, vá até o site oficial e assista em streaming por US$4,95 – preço que, convenhamos, não vai te levar à falência. ;-)

Opção 2- Versão integral com legendas em português no YouTube (não sei por quanto tempo irá permanecer no ar):

(obs.: O único motivo pelo qual eu estou indicando esta alternativa é porque acredito que a The Secret LLC até o presente momento não se opôs à disponibilização destes vídeos como fez com os demais que foram retirados do ar rapidamente)

A segunda alternativa, é, como eu disse, uma série de vídeos (10 para ser exata) hospedados no YouTube que, vistos em seqüência, trazem o filme completo com legendas em português. Estas legendas não são exatamente um primor de tradução. Mas são suficientes para acompanhar o filme tranqüilamente, mantendo na maioria dos casos o contexto das idéias praticamente intacto. A qualidade destes vídeos não é das melhores (inferior à do Google Video e o tamanho dos vídeos é menor), então fica difícil assistir em tela cheia. Por fim, como o filme está dividido em 10 partes, você assiste um pouco, pára e tem que clicar no vídeo seguinte para continuar a assistir. Está longe de ser o ideal, mas é a opção existente hoje. O link para a primeira parte do filme é este aqui. A partir dele, você encontra as outras partes nos vídeos relacionados.

E, claro…..

Opção 3 – Para quem quiser comprar o filme:

No site oficial (cartão de crédito internacional ou PayPal)
DVD: US$29,95+frete
Streaming: US$ 4,95.

Na Amazon (cartão de crédito internacional, única opção para nós brasileiros por enquanto)
DVD: US$29,95+frete

What Is The Secret

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Nos últimos dias tenho descoberto uma série de ferramentas online bem interessantes. Uma delas é a MyPictr, uma aplicação online muito simples, porém prática e eficiente, que permite aos usuários criar um avatar a partir de qualquer imagem. Basta selecionar uma foto/imagem no seu computador e escolher em uma lista pré-definida de sites onde o avatar será usado (isso serve para criar o avatar já do tamanho certo para cada site, como Technorati, Digg, YouTube, MySpace, forums, etc…, mas você pode definir o tamanho que quiser digitando as dimensões desejadas). A imagem é carregada na janela de exibição e aí é só editá-la usando controles muito simples, que permitem o simples redimensionamento da imagem original ou o recorte de uma área espefífica. Uma vez criada a imagem, você pode salvá-la em seu computador ou recebê-la por email – ou ambos.

No fundo, o MyPictr não é nada além de um editor de imagens online bem prático e objetivo, que cumpre seu propósito, sem atulhar a interface com recursos mais elaborados que tendem a confundir o usuário mais leigo que quer simplesmente redimensionar ou recortar uma imagem. Porém, às vezes as ferramentas mais simples são aquelas que mais quebram o galho em determinadas situações, mesmo para usuários bem familiarizados com editores de imagens – especialmente quando você por algum motivo não quer abrir um programa como Photoshop ou qualquer outro similar, ou então quando você está usando um computador que não tem um programa deste tipo instalado. Estou recomendando esta ferramenta por sua simplicidade, praticidade e facilidade de uso. Entretanto, para quem procura opções mais “sofisticadas” de edição de imagens online (nada como um Photoshop, mas algumas ferramentas são bem interesantes), com mais opções de manipulação, minhas dicas são:

Se você quiser recomendar alguma outra, por favor deixe nos comentários.

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