Enquetes e Questionários


Conhecem aquela velha pergunta sobre o que você levaria para uma ilha deserta se fosse ficar lá a vida toda? Pois bem, por algum motivo fora da minha compreensão esta pergunta veio à minha cabeça várias vezes nos últimos dias (vai entender!)… Acho que é porque às vezes filosofo demais sobre tudo.

A essência da pergunta original tem a ver com a identificação de valores: o que é importante para a pessoa que responde. Além disso, é uma forma de exercitar a criatividade pois se você só pode levar 3 coisas para passar a vida numa ilha deserta, vai pensar em sobrevivência física, emocional e psicológica e tentar achar ítens que supram estas necessidades da forma mais abrangente possível.

Mas a pergunta original é aberta demais e a variação clássica “Quais os 3 livros que você escolheria para levar para uma ilha deserta?” é bem entediante. Então, para tornar a coisa um pouco mais interessante, resolvi modificar um pouco a idéia , transformá-la numa listinha de perguntas mais específicas e taguear outras pessoas para responderem e passarem adiante.

O enredo é o seguinte:

Você vai passar exatamente um ano em uma ilha deserta, onde existe uma certa infra-estrutura, mas ela é limitada. Além de você não haverá mais ninguém na ilha, mas você terá acesso a alguns privilégios limitados. Com isso em mente, seguem as perguntas:

1. Na ilha você terá água à vontade e frutas nativas. Se souber pescar, com sorte vai poder comer um peixe de vez em quando. Fora isso, você terá que escolher apenas um tipo de comida salgada e um tipo de comida doce para comer todos os dias, o ano inteiro (podem ser cruas ou cozidas). Quais você escolhe?

2. Além da água (e, também com sorte, água de côco se você estiver disposto(a) a subir no coqueiro) não há nenhuma outra bebida na ilha, mas você pode também escolher um único tipo de bebiba, fria ou quente, alcoólica ou não, para ter à sua disposição ao longo do ano. Qual você escolhe?

3. Para manter a tradição, você pode também levar um único livro. Que livro você leva?

4. Igualmente, você poderá levar um único filme para assistir. Que filme você leva?

5. Você terá um notebook à sua disposição, mas com um único programa instalado. Mas você não pode usar um programa de comunicação (como email ou mensagens instantâneas). Qual programa teria mais utilidade para você e por que?

6. Você poderá acessar a internet, mas este acesso é limitado a um único site, o ano todo. (Se você escolher o Google, por exemplo, não poderá navegar para os links dos resultados da sua busca, que estão fora do Google). Também não pode ser seu webmail, Meebo e afins ou sites de notícias (o que elimina os portais). Fora isso, não há restrição nenhuma ao tipo de site, inclusive os que permitem comunicação de outros tipos. A qual site você quer ter acesso por um ano e por que?

7. Você também poderá ouvir música. Mas, claro, você terá que ouvir a mesma música o ano todo, pois só pode escolher uma. Qual você leva? E se fosse um CD?

8. Você poderá escolher um dia do ano para fazer uma única ligação para uma única pessoa, com quem poderá falar por 10 minutos. Para quem você vai ligar, quando e por que?

9. Você poderá escolher um programa de TV para assistir ao longo deste ano na ilha – limitado à freqüência de uma vez por semana. Você só não poderá assistir nenhum tipo de noticiário, fora isso não há restrições. Que programa você quer assistir?

10. Quando for seu aniversário, você terá direito a receber uma carta de um(a) amigo(a) ou familiar que tenha uma novidade para contar (sobre si próprio ou não). De quem você gostaria de receber a carta e com qual notícia?

11. Como não queremos que você transforme uma bola de vôlei no seu melhor amigo imaginário e a única pessoa na ilha será você, você terá direito a levar um animal de estimação para lhe fazer companhia (veja como estou facilitando sua vida!). Que tipo de animal você escolhe e por que? É um animal que você já tenha?

12. Do que você acha que sentirá mais falta? (Contato com as pessoas? Tecnologia? Não saber o que está acontecendo no mundo? Etc…)

13. Por outro lado, o que você acha que será positivo, proveitoso ou benéfico na experiência? Ou divertido?

14. Por fim, você tem direito a levar 3 outros ítens à sua escolha que:
a) não entrem em contradição com nenhuma das perguntas anteriores
b) não seja algo que você vá usar para sair da ilha, como um barco, por exemplo.
O que você vai levar e por que?

Depois de responder, repasse para quem quiser, idealmente para 5 pessoas.

Convido a responder as perguntas:

  • Ana Paula (que não está em uma ilha deserta, mas se mudou para o Canadá e está longe das pessoas queridas)
  • Alessandra (que faz aniversário hoje, me presenteou com uma camiseta do WordPress \o/ – e mora na “ilha” britânica – Inglaterra)
  • Lu Monte (que sempre tem respostas e reflexões interessantes para tudo!)
  • Rodrigo Bressane (porque eu mal posso esperar pra ver as pérolas-respostas que ele vai dar! ;-) )
  • Gustavo Gitti (que é filósofo por natureza e tem um blog interessantíssimo!)
  • Daniel Santos (que escreve posts detalhados e abrangentes e vai dar uma perspectiva de pai de família)
  • Thabata (que está de blog novo, adora o Sinestesia, usa meu tema Connections :-) e é moderadora do Chinchila Online)

Vou publicar minhas respostas no próximo post.

[25] Comentários 

Pela primeira vez na vida eu estou passando pela seguinte situação: consegui lotar o HD de um computador. Meu notebook tem um HD de 40GB e neste momento está com apenas 250MB disponíveis – ou seja, a situação é crítica e pede soluão rápida.

Como eu nunca passei por isso antes, não sei qual é a melhor opção. Além de espaço, meu notebook precisa também de um upgrade de memória RAM, pois os 256 atuais estão impraticáveis.

Eu tenho 2 alternativas: 1) fazer um upgrate total neste notebook (HD e memória RAM) ou 2) trocar este por um notebook novo. Na primeira alternativa, eu tenho ainda a opção de fazer backup externo de dados – e pela quantidade de dados, backup em CD (ou pendrives) será será muito pouco prático (tanto o backup em si quanto o acesso posterior aos dados), o que me deixa com a opção de um HD externo (pois eu preciso ter acesso fácil aos arquivos), idealmente de 80GB.

Eu ainda não pesquisei o suficiente, mas só com base no que andei olhando por aí, para fazer o upgrde que eu realmente gostaria (um HD de pelo menos 80GB e memória de 1GB), começo a questionar se comprar um notebook novo não vai acabar valendo mais a pena no longo prazo. Meu notebook ficaria muito bom com este upgrade, no entanto, ele só tem 2 portas USB (e no dia-a-dia tenho sentido falta de mais portas), não tem leitor de cartões, a tela não é widescreen (e eu assisto muito filme no notebook), enfim, detalhes aqui e ali que individualmente não são tão importantes, mas juntos fazem diferença, especialmente para uma heavy user como eu e para quem o computador é ferramenta de trabalho. Então, o simples problema com espaço começou a me fazer questionar estas coisas e me perguntar se não seria melhor trocar de notebook de uma vez. Não sei ainda… Estou pensando alto… Eu tenho aquele carinho por este notebook, foi o meu primeiro e está com um ano e meio, ou seja, daria ainda pra esperar para trocar, não fosse o fato de a configuração original já não ser ideal desde quando eu comprei.

De qualquer forma, enquanto não tomo esta decisão, queria perguntar pra quem tem experiência com esta questão de falta de espaço para armazenamento qual é a melhor alternativa: se comprar um HD externo ou fazer um upgrade interno. E, no caso do HD externo, quais as marcas/modelos com melhor custo/benefício, considerando um HD de 80GB.

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Update (25/Jul/2007): Com a dica deixada nos comentários (por Yudi), eu li este artigo do WinAjuda e consegui liberar 16GB (!!!) de espaço em disco. Embora o link esteja nos comentários, resolvi postá-lo diretamente aqui também, para que outras pessoas com o mesmo problema encontrem a informação mais facilmente e possam fazer uso das dicas. Segue o link:

http://www.winajuda.com/2005/02/13/artigos/liberando-espaco-em-disco/

[14] Comentários 

Você gosta de testes de personalidade/psicológicos? Não aqueles bestas de revistas femininas, mas aqueles com fundamento psicológico… Bem, existem alguns que na minha opinião são interessantes. Como minha irmã é psicóloga, eu já vi alguns testes bem bacanas.

Alguns dias atrás, navegando de lá pra cá na internet, fui cair num site que falava sobre o Teste ou Jogo do Cubo (descrito como um jogo de visualização que revela seu “eu” verdadeiro”). Não dava muitos detalhes, mas como fiquei interessada, fiz uma busca. Fui cair num outro site que explicava o teste e o apliquei em mim mesma. Infelizmente, o site em questão, muito embora parecesse descrever direitinho o tal teste, como eu por fim acabei por descobrir, não fazia as perguntas direito. Então depois de saber o significado de cada coisa, ficou impossível reaplicar o teste com total isenção, mas ainda assim foi uma expriência no mínimo interessante. Fascinante, na verdade. A exatidão do teste é simplesmente impressionante. Mais fascinante ainda foi aplicar o teste em outras pessoas e ver como cada uma delas foi capaz de criar imagens completamente diferentes, todas fazendo total sentido. Algumas respostas me deixaram de queixo caído.

Eu vou dar detalhes do teste já já, mas antes quero comentar o seguinte:

É mais um teste de auto-conhecimento na minha opinião. As interpretações sugeridas para cada simbologia na maioria dos casos me parecem bem acertadas e parecem corresponder a significados bem coerentes com a realidade, pois algumas simbologias são quase que universais. No entanto, há uma série de aspectos subjetivos que o cérebro incorpora à imagem criada durante o teste que, independentemente das interpretações mais comuns, vão somente fazer sentido para a pessoa fazendo o teste, então isso tem que ser levado em consideração na interpretação.

Existem algumas variações do teste, até mesmo da ordem e da quantidade das perguntas, mas vou colocar aqui a mais completa que achei. Nâo se sabe qual é a origem do teste, mas existe um livro sobre ele: Secrets of the Cube: The Ancient Visualization Game That Reveals Your True Self.

Instruções para o teste:

Bem, o teste consiste de 6 perguntas que vão se complementando. O objetivo é que você ao responder as perguntas forme uma imagem mental o mais detalhada possível, utilizando adjetivos para descrever cada uma das coisas. Eu, evidentemente, vou postar o que cada elemento significa depois das perguntas, mas se você não quer estragar a graça do teste pra você, NÃO LEIA isso antes de responder as perguntas, pois uma vez sabendo o que cada simbologia representa, nunca mais você será capaz de fazer o teste com completa isenção – e o teste é BOM, então não estrague sua chance única de se auto-conhecer através deste teste especificamente. Eu sugiro que você além de imaginar a cena, também anote os aspectos principais. Primeiro crie a imagem mental e depois gaste um tempinho anotando as características de cada elemento, como eles se inter-relacionam na sua cena mental, etc. Vai ser mais fácil de interpretar se você tiver tudo anotado.

Quanto mais detalhada for sua imagem e sua história, melhor será o resultado. As perguntas colocadas entre parênteses são para serem usadas como guia para você criar sua imagem, mas você pode – e deve – acrescentar detalhes que vão além das perguntas feitas.

Aí vão as perguntas.

  1. Você está num deserto. (Como é o terreno? É de manhã, tarde ou noite? Tipo de areia? Como é seu deserto?)
  2. No deserto, você vê um cubo. (Onde ele está? Perto ou longe? Em que posição? No solo, flutuando, abaixo do solo, na linha do horizonte, no alto, etc? Do que ele é feito? Qual o tamanho, densidade, textura, peso? Qual a cor do cubo? Ele é sólido ou oco? Está parado ou não? Use sua imaginação, crie o cubo como quiser e anote 5 adjetivos para ele.)
  3. Agora no deserto tem uma escada. (Onde ela está com relação ao cubo? Que tipo de escada é? Do que ela é feita? Em que posição está? Qual a relação entre ela e o deserto/areia? Quantos degraus tem a escada?)
  4. Agora no deserto tem também um cavalo. (De que cor é o cavalo? O que ele está fazendo? Como ele é? Onde ele está – com relação à escada e ao cubo? Ele está usando alguma coisa (cela, freio, etc)? Qual o tamanho dele? Imagine como o cavalo se integra à cena.)
  5. Em algum lugar no deserto tem uma tempestade. (Que tipo de tempestade é? Onde ela está? Longe, perto? Como ela afeta os outros elementos da sua imagem, durante, antes e depois? Há vento? Chuva? Granizo? Visualize bem como é esta tempestade e como ela afeta ou não os outros elementos.)
  6. Finalmente, no deserto agora há flores. (Onde elas estão? Que tipo de flores? De que cores? Quantas são?)

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Se você não terminou de responder as perguntas e de criar sua imagem mental, não continue. Criou sua imagem mental com o máximo de detalhes possível? Ok, role a tela para ver o significado.

 

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  1. O deserto serve para estabelecer um cenário neutro para você começar a criar sua imagem, mas é também representativo da sua vida de uma forma geral, pois é onde você vai construir o resto das coisas. É como você percebe a vida e o mundo.
  2. O cubo representa você – como você se vê. É sua auto-imagem. Seu auto-retrato simbólico. Os adjetivos que você usou descrevem como você se vê (literal ou simbolicamente). (Obs.: Se seu cubo é oco, não significa necessariamente que você se vê como uma pessoa oca, vazia… A interpretação não é necessariamente literal, mas representativa de algo que você tem na sua auto-percepção, consciente ou subconscientemente).
  3. A escada representa seus amigos e sua família, incluindo colegas de trabalho, amigos próximos, etc. Eu li que pode também representar suas aspirações, mas não tenho certeza disso.
  4. O cavalo representa seu (sua) parceiro(a) atual ou ideal. Seu relacionamento amoroso e/ou sexual.
  5. A tempestade representa os problemas atuais, dificuldades, stress, como você lida com eles e como afetam você, seu(sua) parceiro(a), família e amigos dentro do seu contexto. Uma tempestade que já passou representa problemas que você superou, uma que está chegando um problema que você prevê ou percebe como iminente e assim por diante. O que acontece com os outros elementos com relação à tempestade é importante também.
  6. As flores representam crianças na sua vida (filhos ou não) e sua relação com elas e qualquer coisa de que você cuida e que você nutre (podendo representar animais de estmação ou até mesmo um projeto). Na ausência total de crianças, pode ser representativo do que você espera de um relacionamento amoroso, pois crianças idealmente vêm como resultado de uma união amorosa. E se você não tem filhos, pode ser representativo do que isso significa para você (se você quer ou não ter filhos, o que acha que ter ou não filhos vai significar na sua vida, etc.).

Algumas interpretações são claras e automáticas, algumas simbologias vão ser óbvias para você de cara. Outras podem não fazer muito sentido de imediato, mas tudo o que você colocou nesta imagem veio direto do seu subconsciente e tem um significado. Eu não tenho como entrar em detalhes sobre as simbologias mais comuns, porque para cada um dos elementos existe uma infinidade de significados.

Mas é importante prestar atenção em como cada um dos elementos se inter-relaciona. Uma escada apoiada no cubo, por exemplo, pode significar que você sente que seus amigos se apóiam em você, contam com você, que você gosta de ter seus amigos por perto. Já uma escada no extremo oposto, pode significar tanto que você tem amigos que estão fisicamente longe, quanto que você prefere ser uma pessoa mais reservada.

Um cavalo que você vê ao longe, mas que não se aproxima, pode ser representativo de uma paixão ou um amor não correspondido ou de um parceiro que está fisicamente distante de você, ao passo que um cavalo que está próximo ao cubo sugere proximidade emocional com seu(sua) parceiro(a). Um cavalo selvagem que cavalga sem controle, pode ser sua percepção de falta de controle sobre seu parceiro (o que, por si só, diz também algo sobre a sua necessidade de controle), ou então pode significar que você quer alguém com estas características na sua vida. Depende de como você percebe a cena e como se sente com relação a ela. Se o fato de o cavalo ser selvagem, livre, independente, etc, inspira sensualidade, é uma coisa, se as mesmas características incomodam você, é outra.

Eu li algumas respostas em que pessoas imaginam o cavalo morto em algum lugar da cena e isso pode representar uma pessoa que você deixou de amar ou alguém que de fato morreu. Em uma das histórias que eu li, o cavalo vinha galopando fugindo da tempestade, tropeçava na escada (que já era uma escada toda estragada e enfiada na areia), caía e morria. A interpretação que eu li para isso foi que a pessoa percebia ou vivia uma realidade em que um amor não era possível por causa da família ou que os amigos não aprovavam o relacionamento. A escada neste caso estava fisicamente entre o cubo e o cavalo.

A presença de muitas flores, cobrindo a cena toda por exemplo, pode vir de uma pessoa cuja profissão seja professor, educador, etc. Ou alguém que sonha em trabalhar com crianças ou ajudar muitas pessoas através do seu trabalho. Pode representar um projeto de vida. Ou simplesmente vir de uma alguém que tem muitos filhos. Neste caso, se as flores cobrem o cubo, pode significar que a pessoa esteja perdendo sua individualidade/identidade por causa dos filhos ou sentindo que os filhos tomam conta da sua vida completamente.

Quando alguém não consegue enxergar qualquer um dos elementos, isso é significativo também. Claro que para aqueles com menor capacidade de visualização, criar a imagem pode demorar mais, mas se você está aplicando o teste em alguém e a pessoa simplesmente não consegue enxergar alguma coisa, isso tem seu significado, a ausência do elemento é signficativa. Há também pessoas que não vêem o cubo, mas dizem que ele está enterrado na areia, por exemplo. Ou que dizem que o cavalo some depois da tempestade. Ou que o cavalo pisa nas flores. Ou que depois de uma tempestade de areia, a escada, as flores e o cubo ficam enterrados abaixo da areia. Todas estas coisas têm seu significado. A pessoa acrescentar elementos que não tem nada a ver com as perguntas também tem seu significado.

Eu já li várias versões de pessoas que foram “cubed” (como os sites em inglês se referem às pessoas que já fizeram o teste) e algumas são impressionantes. Curiosas. Algumas bizarras. Até mesmo assustadoras… Na história de uma mulher, o cavalo era alado e azul, levava ela até o cubo voando, depois ela não precisava mais do cavalo e ele ia embora; quando a tempestade começava ela se refugiava dentro do cubo. Uma outra, depois que a tempestade passava, a parte de cima do cubo (que era feito de areia) se abria e de lá saía uma criatura em miniatura (???) segurando as flores (eu ri quando li essa :p). Uma outra, a areia do deserto era feita de um pó comestível. Já outra percebia uma tempestade assustadora e achava que precisava proteger o cavalo, então ela literalmente quebra o cubo para poder entrar nele com o cavalo, mas dali de dentro do cubo descobre a entrada para uma caverna, onde finalmente eles se refugiam. Na interpretação desta, eu li que isso significa que a pessoa é capaz de se sacrificar por romance/pela pessoa amada e sacrificar sua integridade física e espiritual (pois o cubo dela era de vidro e oco, geralmente representativo de uma pessoa mais espiritualizada) pela segurança dos outros. Que em momentos difíceis a fé desta pessoa era comprometida. Neste caso, a pessoa confirmou a interpretação.

Uma outra pessoa imaginou um daqueles cubos mágicos da década de 80 (parece que não é incomum as pessoas imaginarem isso e tem todo um significado) e quando a tempestade chega ela se esconde em algum lugar e fica brincando com o cubo para passar o tempo, até a tempestade passar. Para uma outra, depois da tempestade a areia do deserto virava lama.

Se você fez o teste, minha sugestão é que você identifique suas próprias simbologias e o que elas representam, mas também procure o que as simbologias mais comuns significam. Conversar com uma outra pessoa que já tenha feito o teste sobre o seu cubo e a sua história também ajuda a ganhar insights sobre os significados, quando você não está enxergando.

E, depois de fazer e se impressionar com seu próprio teste, aplique em outras pessoas. É revelador e muito divertido. Especialmente se você é o “cavalo” ou a “escada” na imagem da outra pessoa. ;-)

[36] Comentários 

Meditação é algo que eu “descobri” há pouco tempo. Lógico, a vida toda ouvi falar em meditação, mas antes do ano passado nunca tinha ido atrás de inforação ou procurado entender a finalidade da prática. Quando no ano passado eu resolvi ir atrás desta informação, eu vi que poderia ser algo muito interessante, mas ainda assim fiquei um pouco confusa sobre como fazer, porque achei informações diferentes, práticas diferentes, etc. Então, por um bom tempo simplesmente retive a informação, mas prática mesmo que é bom, passou longe.

Aí, através de um curso que comecei a fazer, recebi como parte do material alguns áudios de meditação. Não eram aqueles áudios de relaxamento típicos de programas de auto-ajuda não, nada nesta linha. Estes eram áudios de sincronização de ondas cerebrais utilizando a tecnologia Flightwaves, algo completamente desconhecido pra mim até então. Mas, como os áudios vieram junto com o restante do material do curso e eu já tinha me interessado pelo assunto, resolvi experimentar. No site, esta tecnologia Flightwaves é descrita da seguinte forma:

Flightwaves works by producing something called “Binaural Beats”. These are produced when two tones of slightly different frequencies are played in each ear. The brain, while working to “decode” what it is hearing, produces a sort of “wah wah” sound that pulses at different rates depending on the frequencies being played. This process actually “forces” the brain of the listener into synchronization.

By creating tones that generate specific wavelengths, we can generate certain somewhat predictable responses in the consciousness of the listener. (e a explicação segue mostrando o que cada comprimento de onda produz, mas não vou colocar tudo aqui porque o texto é longo).

Depois de ouvir o áudio de 30 minutos, composto basicamente do que soa como ruídos, ondas e um pouco de música, finalmente eu entendi o que é atingir um estado meditativo pela primeira vez. Como esta foi praticamente minha primeira experiência com meditação, e foi simplesmente fascinante, eu por uma semana passei a ouvir o áudio diariamente. São dois, na verdade, um é um mix de alpha/tetha e o outro de delta/tetha, cada um com uma finalidade diferente. Eu achei o resultado impressionante e fui atrás de mais informações sobre sincronização de ondas cerebrais.

Acabei descobrindo o Centerpointe Institute que vende um produto chamado Holosync, que por sua vez utiliza a mesma lógica do Flightwaves. O site envia gratuitamente pra qualquer lugar do mundo um CD de demontração, então no início deste ano eu pedi um destes CDs que chegou juntamente com um extenso material explicativo. Se a minha experiência com o Flightwaves foi sensacional, com a demonstração do Holosync foi de arrepiar os cabelos. Comparativamente falando, achei que os sons do Holosync são muito mais agradáveis, induz ao estado meditativo mais rapidamente e as sensações físicas são mais perceptíveis e mais intensas. E isso só com o CD de demonstração, que obviamente tenta vender o primeiro pacote completo – chamado de Awakening Prologue (pois depois do primeiro se não me engano tem mais uns 11 níveis). Então, neste CD de demonstração, além de ouvir os sons que produzem alterações nas ondas cerebrais, você ouve também a voz de um locutor (Bill Harris, dono do Centerpointe) explicando o que está acontecendo no seu cérebro conforme você vai ouvindo o áudio. E é impressionante, você realmente sente o que está sendo descrito. Evidentemente, o ideal mesmo seria que aquela voz não estivesse ali, mas você sabe que ela está com o propósito de mostrar os benefícios da tecnologia e, conseqüentemente, despertar seu interesse em adquirir o pacote inicial completo, que custa US$ 159,00 – mas se você esperar uma semana recebe um email com um desconto. ;-) O marketing é muito bem feitinho, tão bem feitinho que eu ficaria desconfiada se não fosse por todos os reviews e discussões sobre o Holosync que li em fórums e blogs internet à fora, 98% deles muito positivos.

Esta tecnologia não é nova, o Holosync não é o único produto que utiliza este método e de acordo com o que andei lendo, estas alterações de ondas cerebrais, que por sua vez produzem uma alteração de estado mental, são mensuráveis por aparelhos (e, portanto, comprovadas) e esta tecnologia já foi bastante estudada (em 1973 a Scientific American já havia publicado um artigo sobre o assunto). O próprio Holosync já é comercializado desde 1989.

Apesar disso tudo, eu não comprei o pacote. Resolvi esperar e pensar melhor no assunto. Aparentemente, utilizar consistentemente o sistema Holosync traz uma série de benefícios muito positivos – e isso é o que praticamente todo mundo que usa relata, mudanças positivas drásticas em uma série de áreas, benefícios reais e notáveis em um curto espaço de tempo. No site, entre os vários benefícios eles listam:

  • Indução de estados meditativos profundos.
  • Estimulação da criação de novos caminos neurais entre os hemisférios cerebrais, equilibrando o cérebro e levando a um estado de alta-performance chamado por cientistas de “funcionamento total do cérebro”.
  • Melhora dramática na habilidade de aprendizado, memória, intuição, criatividade, concentração e clareza.
  • Verdadeiros saltos em auto-consciência.
  • Baixa significativa de níveis de stress e de dos componentes químicos relacionados ao stress.
  • Melhora impressionante de saúde física e mental, mesmo em áreas resistentes a outras abordagens.
  • Aumento dramático na produção da química cerebral vital relacionada a longevidade, bem-estar e qualidade de vida.

De fato, saber se isso tudo é mesmo verdade, só é possível mesmo experimentando. Com base no efeito que o CD de demonstração teve comigo, na quantidade de relatos que eu já li (não no site deles, o que seria altamente suspeito, mas em blogs pessoais e fórums) e na quantidade de pessoas que endossam o produto, eu tendo a acreditar que estes benefícios sejam reais. Mas, desconfiada e cética como costumo ser, tem um lado meu que não está muito a fim de gastar US$ 159,00 no PRIMEIRO pacote (de 12) sem ter um pouco mais de certeza sobre o que estou comprando.

Então, queria perguntar aos leitores deste blog se alguém conhece o Holosync, se já utilizou e quais foram os resultados. Eu estou disposta a gastar este dinheiro se os benefícios realmente forem estes. Como eu disse, minha (curta) experiência com o CD de demonstração foi realmente impressionante. Saí desta meditação de aproximadamente meia hora me sentindo completamente renovada, energizada, equilibrada, tranqüila, como se meu cérebro estivesse em profundo relaxamento, mas ao mesmo tempo produtivo e focado. Como se o “ruído” mental não estivesse mais lá e o espaço deixado no lugar do “ruído” estivesse sendo preenchido por uma série de outras coisas positivas, criando uma sensação de bem-estar inexplicável.

Então, se você já usou o Holosync, deixe por favor um comentário. Acho que poucas pessoas aqui no Brasil conhecem este produto, é um tiro no escuro, mas vale a tentativa. Agradeço por antecipação. :-)

[33] Comentários 

Eu estou há no mínimo 3 semanas (possivelmente mais) tentando escolher uma câmera digital nova pra comprar. Eu olho, comparo, pesquiso e não chego a conclusão nenhuma. Já está me dando nos nervos!!! São tantas marcas, modelos, funções e características – e preços! – que a esta altura do campeonato minha capacidade de julgamento e avaliação está compometia.

Isso sem falar nas opiniões. Pra algumas pessoas as câmeras da Sony são as melhores, pra outras, as melhores são as da Canon, ou da Nikon, e assim por diante. Aí, existem câmeras de marcas que, pra mim pelo menos, não são muito conhecidas, mas parecem ser boas, como é o caso das câmeras da Mitsuca. Eu devo estar muito por fora, mas antes de começar a pesquisar estas câmeras eu nunca tinha ouvido falar desta marca! Alguém sabe se estas câmeras são boas? Se as lentes são boas? Porque comparativamente falando, os preços são bem competitivos.

E aquelas Lumix da Panasonic, alguém tem uma destas pra me dar uma opinião?

Eu vi uma da Samsung que me pareceu excelente, mas aí o Marcelo me mandou um review dizendo que a bateria não dura nada. Pra ajudar, entrando no site da Samsung não há nenhuma referência a câmeras digitais, quanto mais especificações sobre esta câmera particularmente. Convenhamos, se no site oficial da empresa eles nem sequer dizem que fabricam/vendem câmeras digitais, eu pessoalmente não me animo a comprar.

E as câmeras da HP? Acho que não conheço ninguém que tenha uma da HP, mas tem umas que parecem ser ótimas! E as da Kodak?

Como vocês podem ver, estou completamente confusa.

Eu quero uma câmera com as seguintes características:

  • Resolução mínima de 5 megapixels – idealmente 6
  • Visor de LCD grande
  • Memória interna com no mínimo 16MB, preferencialmente 32
  • Gravação de vídeo com áudio
  • Alimentação por pilha – não bateria de Íon-Lítio (preferencialmente, mas não é essencial). E que a pilha dure no mínimo razoavelmente, pois a câmera que eu uso hoje bebe uma pilha que não é brincadeira!
  • Macro boa
  • Modos de cena (retrato, noturno, praia, imagens em movimento, etc) e efeitos (sépia, preto e branco, etc) variados
  • Zoom ótico mínimo de 3x
  • Bom processador = câmera com desempenho rápido

Então, queria fazer mais uma pesquisinha com meus leitores, as perguntas são as seguintes (não precisam responder todas, basicamente estou querendo ouvir opiniões, as perguntas são para facilitar as respostas):

  1. Qual câmera você tem hoje? Está satisfeito(a) com ela? Por que?
  2. Se fosse trocar de câmera, qual compraria e por que?
  3. Dadas as características listadas acima, você tem alguma câmera pra indicar?

Agradeço antecipadamente a todos que responderem. E quando tomar minha decisão posto aqui no blog qual escolhi e quais foram os critérios.

[22] Comentários 

Outro dia eu estava assistindo o Shoptime e várias coisas começaram a passar pela minha cabeça – vou falar delas neste post e finalizar com uma pergunta, uma pequena enquete. Paciência comigo, eu juro que chego lá. ;-)

Primeiramente, eu me peguei assistindo o Shoptime por mais tempo do que “deveria” (na verdade, mais tempo do que gostaria ou pretendia assistir). Eu não assisto muita televisão. Existem alguns programas específicos que eu gosto de assistir, mas não é um hábito diário ou regular. No entanto, se eu passo pelo Shoptime e estão falando sobre algum produto interssante e eu páro pra ver, quando vejo estou lá assistindo aquilo há um tempão. Este canal tem um efeito meio hipnotizante. Conversando hoje com a Paula, ela estava me dizendo que meu primo (marido dela) também faz isso. Outras pessoas com quem já conversei sobre isso, em outras épocas, também comentaram comigo que ficam meio “hipnotizadas” assistindo o Shoptime, sem nem perceber que estão ali às vezes há meia hora, uma hora, se não mais… Gente, é um canal que vende produtos… É só isso! Eu até compreendo que este efeito hipnótico aconteça com uma pessoa com um perfil mais consumista, mas eu não tenho este perfil. E, pra ajudar, eu tenho formação em propaganda e marketing, portanto entendo muito bem como estas coisas funcionam, entendo como funciona com outras pessoas. Mas por saber como isso funciona e não ter um perfil consumista, não entendo por que acontece comigo…

Mas enfim, sobre a parte que eu entendo: você fica ali vendo um monte de produtos. O Shoptime vende produtos de qualidade, – ou pelo menos é esta a percepção que eu tenho e a experiência que tive com os produtos que já comprei lá. Existem muitos produtos interessantes, alguns que você nem conhece. Aí, você começa a prestar atenção na descrição daquela máquina digital, daquele grill, daquele mixer (jurando que está só prestando atenção na receita e, quando fica pronta, ainda por cima fica com fome!), daquele kit de beleza, daquele conjunto de cama, daquela pipoqueira, daquele secador… Você nem estava pensando em comprar nada daquilo, mas de repente, sente vontade de comprar. Marketing do básico. Eu não vou entrar no debate sobre “criação de necessidades” porque já passei desta fase há muito tempo! ;-)

Mas vou dar um exemplo da minha experiência mais recente: eu preciso comprar roupa de cama e eu quero comprar uma câmera digital nova (uma necessidade e um desejo). Parei no canal para ver as roupas de cama. Em seguida, calhou de começar o programa de informática, então eu vi sobre câmeras digitais. Mas neste meio tempo, como cada programa mostra vários produtos, eu “fui obrigada” a ver também travesseiros, toalhas, edredons, colchas, multi-funcionais e monitores, entre diversas outras coisas. Já pensei: “Meus travesseiros estão velhos, eu bem que podia comprar uns travesseiros novos. Se eu comprar o kit de cama com colchas/edredons, vale mais a pena. Meus edredons estão velhos e nem são para cama queen size… Eu não estava com a intenção de comprar uma multi-funcional, mas gostaria de ter uma e, olha só, eles estão vendendo um pacote de multi-funcional com câmera digital e carregador de bateria por um preço excelente.”

Pronto! Da minha REAL necessidade inicial (roupa de cama simples), e da minha vontade e disponibilidade a comprar uma câmera digital, eu já estava querendo comprar um jogo de cama de percal 180 fios (!) ao invés de um de 120 fios (!!), pensando em comprar travesseiros, edredons, colchas, uma multi-funcional e, como vem no kit, um carregador de bateria novo (que eu não preciso, mas faz parte do pacote). Some tudo. Imaginou? Tudo em 12 parcelas sem juros entregues na sua casa em 2 dias úteis para as áreas metropolitanas. ;-) “Compre, compre, compre!!!” (me desculpem os fãs, mas o programa do Ciro Botini é justo o que me tira da “hipnose”… Nada contra ele pessoalmente, nada mesmo, até tenho simpatia pela figura, mas o tal “Compre, compre, compre!” com aquela câmera chacoalhando toda hora é muito mala pro meu gosto! Tem quem goste, evidentemente. Diz a Paula que é o programa preferido do meu primo…)

Muito bem, juntando outros produtos pelos quais você começa a se interessar, as pessoas levantam do sofá com aquela sensação de frustração, pensando que não vai dar pra comprar tudo o que querem – e nem sabiam que queriam uma hora atrás. Os marketeiros adoram esta sensação de frustração, pois ela é o combustível do seu impulso de compra. Ela é o potencial aguardando a possibilidade. E as possibilidades vêm em forma de promoções, de parcelamentos, de 13o, etc.

Felizmente, talvez por conhecer esta dinâmica na teoria e na prática e por não ser uma pessoa consumista, muito embora eu de fato fique hipnotizada enquanto assisto, eu levanto do sofá numa boa e toco minha vida normalmente. Compro só o que realmente preciso e não fico me sentindo frustrada pensando nos outros produtos que gostaria de comprar.

Mas pensando nisso, me questionei como é que uma pessoa com uma determinada quantia de dinheiro disponível escolheria, entre estes produtos pelos quais se interessou, quais iria comprar? (considerando um cenário em que esta pessoa não tivesse dinheiro para comprar todos). Qual o critério utilizado por cada um? A grande maioria das pessoas têm lá suas limitações financeiras, algumas mais, outras menos, mas a menos que você seja o Bill Gates ou o Donald Trump, existe um limite sobre o quanto você pode gastar por mês. Este limite pode ser zero, pode ser 500 reais, pode ser 2 mil reais, 10 mil, 50 mil, mas ele existe. Todos nós precisamos pagar por determinadas coisas e queremos ou optamos por comprar ou investir em outras. Como é que as pessoas definem quanto vão gastar e em que? Qual é o critério que as pessoas usam? Qual o raciocínio que cada um faz quando quer ou precisa comprar ou fazer algo, ou quando quer/precisa comprar algo e não tem todo o dinheiro, ou quando quer investir em algo? Eu sei como é o meu raciocínio e o de algumas pessoas próximas, mas isso é algo tão pessoal que existem potencialmente milhões de formas de tomar estas decisões. E eu cheguei à conclusão de que há vários fatores envolvidos:

  1. A relação que a pessoa tem com dinheiro. Isso vai desde comportamentos aprendidos em casa (infância e adolescência) e através de experiências pessoais (fase adulta) até a percepção do que o dinheiro representa para a pessoa e como ele deve ser usado. Inclui opções de investimento, relação com riscos e benefícios, etc.
  2. Valores pessoais. Se mistura um pouco com o primeiro critério acima, mas é algo mais amplo. Representa o que cada pessoa acha que deve ser feito com dinheiro, pra que ele serve, qual o melhor e mais correto uso pra ele – incluindo questões morais, éticas, culturais, percepções pessoais, etc.
  3. Interesses e necessidades individuais e familiares (quando aplicável) – em outras palavras, depois de pagar o que precisa ser pago, com o dinheiro que sobra cada pessoa vai comprar aquilo que está de acordo com seus interesses pessoais e os interesses de seus familiares/dependentes e até mesmo amigos no caso de presentes. (Ou então guardar o dinheiro, mas isso se encaixa no critério de relação com o dinheiro).
  4. Fase de vida. O que um adolescente compra é difrente do que um pai de família compra. Não só isso, mas mesmo dentro de uma mesma faixa-etária, existem momentos diferentes: crises financeiras, férias, necessidade de fazer um curso, etc.

Existem outros fatores, mas não vou entrar em detalhes neste post pois este não é o foco.

E aí, como é bem o tipo de coisa que eu costumo elocubrar, fiquei pensando: seria interessante ouvir das pessoas o que elas fariam com uma determinada quantia de dinheiro e por que. Vendo os produtos no Shoptime, eu pensei comigo: jamais gastaria dinheiro nisso. No entanto, existem pessoas que gastam. Por que? Por causa das variáveis que mencionei acima. Imaginem o seguinte cenário: você tem 500 reais sobrando. O que você faz com eles? Guarda? Compra alguma coisa? O que? Gasta aonde e pra fazer o que? E por que?

Com 500 reais hoje eu compraria 2 conjuntos de cama, que são minha necessidade imediata (necessidade individual), escolhendo bons conjuntos de cama (valores e fase de vida). Iria comer em um bom restaurante, pois faz tempo que não saio para comer bem (fase de vida e relação com dinheiro). Se sobrasse dinheiro, guardaria (valores e relação com dinheiro). Uma outra pessoa, com exatamente a mesma quantia, faria coisas completamente diferentes. Eu fiz esta pergunta para a Paula hoje à tarde e tive uma resposta completamente diferente da minha.

Agora, vamos ampliar o cenário. Você tem mil reais para gastar. O que você faz com eles? E com 5 mil? E com 10 mil? E com 50 mil? E com 100 mil? Quanto maior a quantia, mais complexas as variáveis se tornam.

Então, a enquete é a seguinte: o que você faria com as quantias abaixo e por que?

- 500 reais
- 1.000 reais
- 5 mil reais
- 10 mil reais
- 50 mil reais

E se o cenário fosse que você tivesse necessariamente que gastar este dinheiro, excluindo pagamento de contas/dívidas e investimentos? Aguardo curiosa. :-)

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Preciso comprar um roteador wireless e não tenho a menor idéia de por onde começar. Alguém tem alguma dica pra me dar sobre marcas e modelos? Qualquer ajuda é bem-vinda.

Obigada.

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Queria fazer uma pesquisa com o pessoal que usa o Skype Out: que moeda vocês utilizam? Compram créditos em Euros, Dólares ou Reais?

Pra quem não sabe, Skype Out é o serviço do Skype que permite fazer ligações para telefones fixos e celulares para qualquer lugar do mundo através do computador, com tarifas bem competitivas. Eu utilizo este serviço há vários meses e estou muito satisfeita. Não ligo somente para o Brasil, ligo também para outros países e a qualidade do som é excelente. Vale a pena.

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